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Resenha: Matando Borboletas


Título: Matando Borboletas
Autora: M. Anjelais
Páginas: 224
Editora: Verus
Ano: 2015

 Sinopse: O primeiro amor, a inocência perdida, e a beleza que pode ser encontrada até nas circunstâncias mais perversas. Sphinx e Cadence — prometidos um ao outro na infância e envolvidos na adolescência. Sphinx é meiga, compassiva, comum. Cadence é brilhante, carismático — e doente. Na infância, ele deixou uma cicatriz nela com uma faca. Agora, conforme a doença de Cadence progride, ele se torna cada vez mais difícil. Ninguém sabe ainda, mas Cadence é incapaz de ter sentimentos. Sphinx quer continuar leal a ele, mas teme por sua vida. O relacionamento entre os dois vai passar por muitas reviravoltas, até chegar ao aterrorizante clímax que pode envolver o sacrifício supremo.
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O livro Matando Borboletas de M. Anjelais procura passar os diversos tipos de relações que as pessoas podem ter. Com muitos dramas e acontecimentos que me deixaram um pouco apreensiva, esse livro foi um tanto confuso em minha opinião.

Sarah é mãe de Sphinx e Leigh de Cadence, amigas inseparáveis desde a infância elas se consideram como irmãs e quando atingem a idade adulta decidem realizar todos os desejos que um dia planejaram uma com a outra, até mesmo engravidar ao mesmo tempo, coisa que funcionou.

Sphinx e Cadence são amigos assim como suas mães e fazem tudo juntos. Porém Cadence começa a demonstrar atitudes um pouco preocupantes que até então só o pai de Sphinx notou, logo após o menino esmagar com as próprias mãos uma pequena borboleta e não ter demonstrado nenhum arrependimento.

O tempo passa e os dois vão crescendo, mesmo com todo o cuidado que Sarah tem em deixar Sphinx sozinha com Cadence uma tragédia acontece e ele esfaqueia o rosto de Sphinx fazendo com que a menina fique com uma cicatriz que levará para o resto da vida.

Depois desse acontecimento Leigh decide se mudar, porém não deixa de ter contato com sua amiga Sarah, as duas se falam diariamente. Sphinx vai levando a vida e aos poucos vai se acostumando com a sua cicatriz.

Contudo, em um determinado dia, Sarah recebe uma ligação de Leigh informando que Cadence está muito doente e só tem poucos dias de vida e que seu maior desejo é poder reencontrar sua amiga de infância.

No primeiro momento Sphinx não deseja ir encontra-lo, mas logo após relembrar todos os momentos que os dois compartilharam na infância antes do incidente ela decide ir. Ao chegar a casa de Cadence e Leigh ela se depara com um garoto doente, que está totalmente diferente de quando pequeno, que adora pintar quadros com várias tonalidades de azul, mas que continua com seu olhar intimidador. O mesmo que ela se recorda de ter visto no dia que foi ferida com a faca.

A partir daí vários acontecimentos rolam e é a partir desses acontecimentos que fiquei um pouco confusa. Por quê? A doença de Cadence sabemos que é muito grave, e muitas vezes faz com que a pessoa vá embora antes do esperado, mas porque Leigh não insistiu para seu filho querer ser tratado? Porque ela escondeu o diagnostico que os médicos deram a Cadence para Sarah e Sphix? O dono da galeria aceitou ou não expor os quadros de Cadence? O ex-marido de Leigh depois da morte do filho como ficou? Depois da morte de Cadence como foi o retorno de Sphix, depois dela ter decidido parar tudo em sua vida para está em todos os últimos momentos de vida de seu amigo? E sobre a promessa entre as amigas, elas conversaram sobre isso?

É uma leitura fluida, porém não me agradou muito. A capa do livro é linda e você consegue perceber o rosto de Cadence e Sphix em cada asa da borboleta. A editora Verus está de parabéns nesse quesito.

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